-- A sequence is a database object that generates unique numbers, mostly used for primary key values.
-- list all sequences in Oracle databases.
select * from all_objects where object_type = 'SEQUENCE'
-- Reference: http://www.orafaq.com/wiki/Sequence
Um pouco de quase nada, um nada de muito pouco
Sexta-feira, Março 02, 2012
Domingo, Janeiro 29, 2012
Samsung TV e MP3: Formato de arquivo não suportado
Você tem uma Samsung TV?
Você tem arquivos MP3 para tocar?
Quando você tenta tocá-los, a TV exibe a seguinte mensagem: "Formato de arquivo não suportado" (embora eles toquem tranquilamente em outros dispositivos (como computador, mp3 player, celular, etc.)?
Afinal, o que pode ser?
Todos compram um Smart TV Samsung porque ela é capaz de tocar uma grande variedade de formatos e ela vai justamente reclamar de um simples arquivo MP3 que toca em outros equipamentos. Ô vida injusta. =)
Mas, espere, há solução!
Sempre que você passar por um problema desses, verifique se a "ID3 Tags" do arquivo MP3 estão configuradas. De modo simplificado as "ID3 Tags" são etiquetas que ajudam a classificar a música, com informações sobre o título, nome do álbum, ano do álbum, nome do artista, gênero da música (gospel, rock, etc...) e o número da faixa.
É comum que alguns conversores, como o ótimo Youtube to MP3 Converter não gera valores para essas tags (etiquetas). Então, você precisará incluir informações nessas tags para seu arquivo tocar.
Tá, mas como fazer isso?
Se você é um afortunado nesse caso e usa Linux, basta procurar um editor de "ID3 tags". O mais simples é o id3 (linha de comando, bom para automatizar a tarefa caso você tenha trocentas músicas), mas existem vários outros, inclusive alguns players já tem a opção para editar essas tags, se você desejar.
Se você usa Windows, então acredito (não sei, faz tempo que não uso em casa) que clicando com o botão direito no arquivo MP3 e escolhendo "Propriedades", há uma aba em que é possível editar essas informações.
Com essas informações editadas, pronto! Muito provavelmente sua Smart TV Samsung estará pronta para tocá-lo. Agora é só curtir... afinal, se teve o trabalho de fazer o que indiquei é porque a música vale a pena para você.
Alguma dúvida? É só usar os comentários do blog.
Você tem arquivos MP3 para tocar?
Quando você tenta tocá-los, a TV exibe a seguinte mensagem: "Formato de arquivo não suportado" (embora eles toquem tranquilamente em outros dispositivos (como computador, mp3 player, celular, etc.)?
Afinal, o que pode ser?
Todos compram um Smart TV Samsung porque ela é capaz de tocar uma grande variedade de formatos e ela vai justamente reclamar de um simples arquivo MP3 que toca em outros equipamentos. Ô vida injusta. =)
Mas, espere, há solução!
Sempre que você passar por um problema desses, verifique se a "ID3 Tags" do arquivo MP3 estão configuradas. De modo simplificado as "ID3 Tags" são etiquetas que ajudam a classificar a música, com informações sobre o título, nome do álbum, ano do álbum, nome do artista, gênero da música (gospel, rock, etc...) e o número da faixa.
É comum que alguns conversores, como o ótimo Youtube to MP3 Converter não gera valores para essas tags (etiquetas). Então, você precisará incluir informações nessas tags para seu arquivo tocar.
Tá, mas como fazer isso?
Se você é um afortunado nesse caso e usa Linux, basta procurar um editor de "ID3 tags". O mais simples é o id3 (linha de comando, bom para automatizar a tarefa caso você tenha trocentas músicas), mas existem vários outros, inclusive alguns players já tem a opção para editar essas tags, se você desejar.
Se você usa Windows, então acredito (não sei, faz tempo que não uso em casa) que clicando com o botão direito no arquivo MP3 e escolhendo "Propriedades", há uma aba em que é possível editar essas informações.
Com essas informações editadas, pronto! Muito provavelmente sua Smart TV Samsung estará pronta para tocá-lo. Agora é só curtir... afinal, se teve o trabalho de fazer o que indiquei é porque a música vale a pena para você.
Alguma dúvida? É só usar os comentários do blog.
Sábado, Dezembro 24, 2011
Habilitando a tecla DEL no Gnome 3
Por algum motivo esdrúxulo, o Gnome 3 do Debian testing (ou 7) não vem com a possibilidade de apagar arquivos com a tecla DEL, tal qual seria mais que natural em qualquer interface gráfica. O padrão é Ctrl+DEL. Nesse momento, você e eu temos duas alternativas:
1 - conformar-se e passar a usar Ctrl+DEL para apagar arquivos no Gnome 3;
1 - conformar-se e passar a usar Ctrl+DEL para apagar arquivos no Gnome 3;
ou
2 - dar uma olhada nesse vídeo mais que explicativo e aprender como modificar esse comportamento no Gnome (e ser feliz novamente).
For some strange reason, Gnome 3 installed with Debian testing (version 7) doesn't come with the ability to delete files with the DEL key, a more than usual behaviour in any graphical interface. The default is Ctrl + DEL. At this point, you and I have two alternatives:
1 - Conform yourself and begin to use Ctrl + Del to delete files in Gnome 3;
or
2 - look at this great video and learn how to modify this behavior in Gnome (and be happy again).
Sábado, Setembro 10, 2011
Anotações: Resumo (parte 1) - Arquitetura e-PING 2010: Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico
Info: Post only in Portuguese. It's about brazilian e-PING IT standard, formulated by Federal Government of Brazil.
* define um conjunto mínimo de premissas políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da TIC na interoperabilidade de Serviços de Governo Eletrônico, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.
* e-PING cobre o intercâmbio de informações entre os sistemas do governo federal (Poder Executivo) e as interações com:
** cidadãos;
** outros níveis de governo (estadual e municipal);
** outros poderes (legislativo e judiciário) e ministério público federal;
** organismos internacionais;
** governos de outros países;
** empresas (no Brasil e no mundo);
** terceiro setor.
Governo eletrônico significa, essencialmente, o governo servir melhor às necessidades do cidadão utilização os recursos de TIC.
== Interoperabilidade ==
* "Intercâmbio coerente de informações e serviços entre sistemas. Deve possibilitar a substituição de qualquer componente ou produto usado nos pontos de interligação por outro de especificação similar, sem comprometimento das funcionalidades do sistema."
* "Habilidade de transferir e utilizar informações de maneira uniforme e eficiente entre várias organizações e sistemas de informação".
* "Habilidade de dois ou mais sistemas (computadores, meio de comunicação, redes, softwares e outros componentes de TI) de interagir e de intercambiar dados de acordo com um método definido, de forma a obter os resultados esperados.
* "Interoperabilidade define se dois computadores de um sistema, desenvolvidos com ferramentas diferentes, de fornecedores diferentes, podem ou não atuar em conjunto".
== Adesão a e-PING ==
* não pode ser imposta aos cidadãos e às diversas instâncias de governo dentro e fora do país. A adesão dessas entidades dar-se-á de forma voluntária e sem qualquer ingerência por parte da Coordenação da e-PING.
* é OBRIGATÓRIA para "governo federal - Poder Executivo": órgãos da Administração Direta (ministérios, secretarias e outras entidades governamentais de mesma natureza jurídica, ligados direta ou indiretamente à Presidência da República; as autarquias e as fundações).
São obrigatórias as especificações contidas na e-PING para:
* todos os novos sistemas de informação que vierem a ser desenvolvidos e implantados no governo federal e que se enquadram no ESCOPO DE INTERAÇÃO, dentro do governo federal e com a sociedade em geral;
* sistemas de informação ligados que sejam objeto de implementações que envolvam provimento de serviços de governo eletrônico ou interação entre sistemas;
* outros sistemas que façam parte dos objetivos de disponibilizar os serviços de governo eletrônico.
Adesão de maneira gradativa, de acordo com plano de implementação elaborado pelo próprio órgão, que considerará a situação da instituição em relação às condições para se adequar às especificações e recomendações da e-PING.
* a aferição da situação em relação ao uso efetivo dos padrões será pelo: Modelo de Maturidade de Adoção da e-PING (M-PING)) [ainda em construção].
== Políticas gerais ==
* adoção preferencial de padrões abertos
** sempre que possível serão adotados padrões abertos nas especificações técnicas. Padrões proprietários são aceitos de forma transitória, mantendo-se as perspectivas de substituição assim que houver condições de migração. Sem prejuízo dessas metas, serão respeitadas as situações em que haja necessidade de consideração de requisitos de segurança e integridade de informações.
* software livre ou público:
** deve priorizar o uso do software livre ou público, em conformidade com as diretrizes do Comitê Executivo de Governo Eletrônico e normas definidas no âmbito do SISP/MPOG.
* transparência
** os documentos da e-PING estarão à disposição da sociedade.
* segurança
** deve-se considerar o nível de segurança requerido pelo serviço, com a máxima transparência.
* suporte de mercado
** as especificações e-PING contemplam soluções amplamente apoiadas pelo mercado. OBJETIVO: Redução dos custos e dos riscos na concepção e produção de serviços nos sistemas de informações governamentais.
* dimensão técnica
** alinhamento com as principais especificações usadas na Internet e WWW.
** adoção do XML (padrão primário de intercâmbio de dados para todos os sistemas do setor público).
** adoção de navegadores (browsers): todos os sistemas de informação do governo deverão ser acessíveis, preferencialmente, por meio de tecnologia baseada em browser. Obs.: outras interfaces são permitidas em situações específicas, como em rotinas de atualização e captação de dados onde não haja alternativa tecnológica disponível baseada em navegadores.
** escalabilidade: as especificações selecionadas deverão ter a capacidade de atender alterações de demanda no sistema, tais como, mudanças em volumes de dados, quantidades de transações ou quantidades de usuários.
* dimensão semântica
** desenvolvimento e manutenção de recursos de organização da informação: visa contribuir para a simplificação do acesso a documentos e serviços, utilizando-se de vocabulários controlados, taxonomias, ontologias e outros métodos de organização e recuperação de informações.
** desenvolvimento e adoção de um Padrão de Metadados do Governo Eletrônico (e-PMG)
* dimensão organizacional
** simplificação administrativa: simplificar as interações do governo com a sociedade.
** promoção da colaboração entre organizações.
** garantia à privacidade de informação: garantia das condições de preservação da privacidade das informações do cidadão, empresas e órgãos de governo, respeitando a legislação.
== Segmentação ==
Áreas cobertas pela e-PING estão segmentadas:
** interconexão
** segurança
** meios de acesso
** organização e intercâmbio de informações
** áreas de integração para Governo Eletrônico
Cada segmento é dividido em componentes, para os quais foram estabelecidas as políticas e as especificações técnicas a serem adotadas.
=== Interconexão ===
Estabelece as condições para que órgãos do governo se interconectem, além de fixar as condições de interoperação entre governo e sociedade.
* Mensageria
* Infraestrutura de rede
* Serviços de rede
=== Segurança ===
Trata dos aspectos de segurança da TIC que o governo federal deve considerar.
* Segurança na Comunicação de Dados
* Segurança de Correio Eletrônico
* Criptografia
* Desenvolvimento de Sistemas
* Serviços de Rede
* Rede sem Fio
* Resposta a Incidentes de Segurança da Informação
* Políticas e Especificações para Cartões Inteligentes (smart-cards) e tokens.
=== Meios de acesso ===
Define os padrões dos dispositivos de acesso ao governo eletrônico. Atualmente abrange especificações para estações de trabalho, televisão digiral e mobilidade.
* Acesso via estações de trabalho
** Navegadores (browsers)
** Conjunto de Caracteres e Alfabetos
** Formato de Intercâmbio de Hipertexto
** Arquivos do tipo documento
** Arquivos do tipo planilha
** Arquivos do tipo apresentação
** Arquivos do tipo Banco de Dados para estações de trabalho
** Especificação de Intercâmbio de Informações gráficas e Imagens Estáticas
** Gráficos vetoriais
** Especificações de padrões de animação
** Arquivos do tipo áudio e do tipo vídeo
** Compactação de Arquivos de uso geral
** Arquivos de Georreferenciamento
** Programação estendida (plugins)
* Mobilidade
** Definição
** Protocolo de transmissão
** Navegador
** Padrão de hipertexto
** Programação estendida
** Mensageria
** Arquivos de vídeo e som
** Arquivos de imagem
** Arquivos de escritório
** Leitor PDF
* TV Digital
** Definição
** Normas de ABNT
** Especificações
=== Organização e intercâmbio de informações ===
Aborda os aspectos relativos ao tratamento e à transferência de informações nos serviços de governo eletrônico. Inclui padrão de estrutura de assuntos de governo e de metadados.
* Linguagem para intercâmbio de dados
* Linguagem para transformação de dados
* Definição dos dados para intercâmbio
* Vocabulário Controlado do Governo Eletrônico (VCGE)
* Padrão de Metadados do Governo (e-PMG)
=== Áreas de integração para governo eletrônico ===
Estabelece a utilização ou construção de especificações técnicas baseadas no padrão XML para sustentar o intercâmbio de informações em áreas transversais da atuação governamental.
* Catálogo Padrão de Dados (CPD)
* Catálogo XML Schemas
* Catálogo de Serviços Interoperáveis (Web Services)
== Gestão do e-PING ==
A e-GIF (Government Interoperability Framework) do governo eletrônico foi adotada como base para construção da arquitetura de interoperabilidade do governo eletrônico.
A e-PING prevê um processo de análise dos padrões candidatos a integrar a arquitetura. Esse processo abrange a seleção, a homologação e a classificação das especificações selecionadas em cinco níveis de situações, que caracterizam o grau de aderência às políticas técnicas gerais e específicas de cada segmento.
* Adotado (A) - recomendado e homologado.
* Recomendado (R) - recomendado, mas não homologado.
* Em transição (T) - item que o governo não recomenda, por não atender a um ou mais requisitos estabelecidos nas políticas gerais e técnicas de arquitetura, e incluído na e-PING em razão de seu uso significativo em instituições do governo, tendendo a ser desativado assim que algum outro componente, em uma das situações anteriores ((E) ou (F)) venha a apresentar condições de substituí-lo.
* em estudo (E)
* estudo futuro (F) - componente não avaliado e que será objeto de estudo posterior.
* define um conjunto mínimo de premissas políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da TIC na interoperabilidade de Serviços de Governo Eletrônico, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.
* e-PING cobre o intercâmbio de informações entre os sistemas do governo federal (Poder Executivo) e as interações com:
** cidadãos;
** outros níveis de governo (estadual e municipal);
** outros poderes (legislativo e judiciário) e ministério público federal;
** organismos internacionais;
** governos de outros países;
** empresas (no Brasil e no mundo);
** terceiro setor.
Governo eletrônico significa, essencialmente, o governo servir melhor às necessidades do cidadão utilização os recursos de TIC.
== Interoperabilidade ==
* "Intercâmbio coerente de informações e serviços entre sistemas. Deve possibilitar a substituição de qualquer componente ou produto usado nos pontos de interligação por outro de especificação similar, sem comprometimento das funcionalidades do sistema."
* "Habilidade de transferir e utilizar informações de maneira uniforme e eficiente entre várias organizações e sistemas de informação".
* "Habilidade de dois ou mais sistemas (computadores, meio de comunicação, redes, softwares e outros componentes de TI) de interagir e de intercambiar dados de acordo com um método definido, de forma a obter os resultados esperados.
* "Interoperabilidade define se dois computadores de um sistema, desenvolvidos com ferramentas diferentes, de fornecedores diferentes, podem ou não atuar em conjunto".
== Adesão a e-PING ==
* não pode ser imposta aos cidadãos e às diversas instâncias de governo dentro e fora do país. A adesão dessas entidades dar-se-á de forma voluntária e sem qualquer ingerência por parte da Coordenação da e-PING.
* é OBRIGATÓRIA para "governo federal - Poder Executivo": órgãos da Administração Direta (ministérios, secretarias e outras entidades governamentais de mesma natureza jurídica, ligados direta ou indiretamente à Presidência da República; as autarquias e as fundações).
São obrigatórias as especificações contidas na e-PING para:
* todos os novos sistemas de informação que vierem a ser desenvolvidos e implantados no governo federal e que se enquadram no ESCOPO DE INTERAÇÃO, dentro do governo federal e com a sociedade em geral;
* sistemas de informação ligados que sejam objeto de implementações que envolvam provimento de serviços de governo eletrônico ou interação entre sistemas;
* outros sistemas que façam parte dos objetivos de disponibilizar os serviços de governo eletrônico.
Adesão de maneira gradativa, de acordo com plano de implementação elaborado pelo próprio órgão, que considerará a situação da instituição em relação às condições para se adequar às especificações e recomendações da e-PING.
* a aferição da situação em relação ao uso efetivo dos padrões será pelo: Modelo de Maturidade de Adoção da e-PING (M-PING)) [ainda em construção].
== Políticas gerais ==
* adoção preferencial de padrões abertos
** sempre que possível serão adotados padrões abertos nas especificações técnicas. Padrões proprietários são aceitos de forma transitória, mantendo-se as perspectivas de substituição assim que houver condições de migração. Sem prejuízo dessas metas, serão respeitadas as situações em que haja necessidade de consideração de requisitos de segurança e integridade de informações.
* software livre ou público:
** deve priorizar o uso do software livre ou público, em conformidade com as diretrizes do Comitê Executivo de Governo Eletrônico e normas definidas no âmbito do SISP/MPOG.
* transparência
** os documentos da e-PING estarão à disposição da sociedade.
* segurança
** deve-se considerar o nível de segurança requerido pelo serviço, com a máxima transparência.
* suporte de mercado
** as especificações e-PING contemplam soluções amplamente apoiadas pelo mercado. OBJETIVO: Redução dos custos e dos riscos na concepção e produção de serviços nos sistemas de informações governamentais.
* dimensão técnica
** alinhamento com as principais especificações usadas na Internet e WWW.
** adoção do XML (padrão primário de intercâmbio de dados para todos os sistemas do setor público).
** adoção de navegadores (browsers): todos os sistemas de informação do governo deverão ser acessíveis, preferencialmente, por meio de tecnologia baseada em browser. Obs.: outras interfaces são permitidas em situações específicas, como em rotinas de atualização e captação de dados onde não haja alternativa tecnológica disponível baseada em navegadores.
** escalabilidade: as especificações selecionadas deverão ter a capacidade de atender alterações de demanda no sistema, tais como, mudanças em volumes de dados, quantidades de transações ou quantidades de usuários.
* dimensão semântica
** desenvolvimento e manutenção de recursos de organização da informação: visa contribuir para a simplificação do acesso a documentos e serviços, utilizando-se de vocabulários controlados, taxonomias, ontologias e outros métodos de organização e recuperação de informações.
** desenvolvimento e adoção de um Padrão de Metadados do Governo Eletrônico (e-PMG)
* dimensão organizacional
** simplificação administrativa: simplificar as interações do governo com a sociedade.
** promoção da colaboração entre organizações.
** garantia à privacidade de informação: garantia das condições de preservação da privacidade das informações do cidadão, empresas e órgãos de governo, respeitando a legislação.
== Segmentação ==
Áreas cobertas pela e-PING estão segmentadas:
** interconexão
** segurança
** meios de acesso
** organização e intercâmbio de informações
** áreas de integração para Governo Eletrônico
Cada segmento é dividido em componentes, para os quais foram estabelecidas as políticas e as especificações técnicas a serem adotadas.
=== Interconexão ===
Estabelece as condições para que órgãos do governo se interconectem, além de fixar as condições de interoperação entre governo e sociedade.
* Mensageria
* Infraestrutura de rede
* Serviços de rede
=== Segurança ===
Trata dos aspectos de segurança da TIC que o governo federal deve considerar.
* Segurança na Comunicação de Dados
* Segurança de Correio Eletrônico
* Criptografia
* Desenvolvimento de Sistemas
* Serviços de Rede
* Rede sem Fio
* Resposta a Incidentes de Segurança da Informação
* Políticas e Especificações para Cartões Inteligentes (smart-cards) e tokens.
=== Meios de acesso ===
Define os padrões dos dispositivos de acesso ao governo eletrônico. Atualmente abrange especificações para estações de trabalho, televisão digiral e mobilidade.
* Acesso via estações de trabalho
** Navegadores (browsers)
** Conjunto de Caracteres e Alfabetos
** Formato de Intercâmbio de Hipertexto
** Arquivos do tipo documento
** Arquivos do tipo planilha
** Arquivos do tipo apresentação
** Arquivos do tipo Banco de Dados para estações de trabalho
** Especificação de Intercâmbio de Informações gráficas e Imagens Estáticas
** Gráficos vetoriais
** Especificações de padrões de animação
** Arquivos do tipo áudio e do tipo vídeo
** Compactação de Arquivos de uso geral
** Arquivos de Georreferenciamento
** Programação estendida (plugins)
* Mobilidade
** Definição
** Protocolo de transmissão
** Navegador
** Padrão de hipertexto
** Programação estendida
** Mensageria
** Arquivos de vídeo e som
** Arquivos de imagem
** Arquivos de escritório
** Leitor PDF
* TV Digital
** Definição
** Normas de ABNT
** Especificações
=== Organização e intercâmbio de informações ===
Aborda os aspectos relativos ao tratamento e à transferência de informações nos serviços de governo eletrônico. Inclui padrão de estrutura de assuntos de governo e de metadados.
* Linguagem para intercâmbio de dados
* Linguagem para transformação de dados
* Definição dos dados para intercâmbio
* Vocabulário Controlado do Governo Eletrônico (VCGE)
* Padrão de Metadados do Governo (e-PMG)
=== Áreas de integração para governo eletrônico ===
Estabelece a utilização ou construção de especificações técnicas baseadas no padrão XML para sustentar o intercâmbio de informações em áreas transversais da atuação governamental.
* Catálogo Padrão de Dados (CPD)
* Catálogo XML Schemas
* Catálogo de Serviços Interoperáveis (Web Services)
== Gestão do e-PING ==
A e-GIF (Government Interoperability Framework) do governo eletrônico foi adotada como base para construção da arquitetura de interoperabilidade do governo eletrônico.
A e-PING prevê um processo de análise dos padrões candidatos a integrar a arquitetura. Esse processo abrange a seleção, a homologação e a classificação das especificações selecionadas em cinco níveis de situações, que caracterizam o grau de aderência às políticas técnicas gerais e específicas de cada segmento.
* Adotado (A) - recomendado e homologado.
* Recomendado (R) - recomendado, mas não homologado.
* Em transição (T) - item que o governo não recomenda, por não atender a um ou mais requisitos estabelecidos nas políticas gerais e técnicas de arquitetura, e incluído na e-PING em razão de seu uso significativo em instituições do governo, tendendo a ser desativado assim que algum outro componente, em uma das situações anteriores ((E) ou (F)) venha a apresentar condições de substituí-lo.
* em estudo (E)
* estudo futuro (F) - componente não avaliado e que será objeto de estudo posterior.
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Quarta-feira, Fevereiro 23, 2011
Instalação do servidor multimídia Red5 0.9.1 no Debian 6
# É fácil, fácil... bem mais fácil que pensei. :)
# It's easy, easy... more easier than I thought. :)
# Ant e Subversion são dependências opcionais
# Ant and Subversion are optional dependencies
aptitude install sun-java6-jdk sun-java6-jre ant subversion
wget http://www.red5.org/downloads/0_9/red5-0.9.1.tar.gz
tar -zxvf red5-0.9.1.tar.gz
mv red5-0.9.1 red5
mv red5 /usr/local/
cd /usr/local/red5
sh red5.sh
# Acesse http://[IP_SERVIDOR_RED5]:5080/ e siga as instruções da página.
# Access http://[IP_RED5_SERVER]:5080/ and follow the page instructions.
# References:
# http://www.red5.org/
# http://tumbledesign.com/how-to-install-red5-0-9-on-ubuntu-10-04-lts/
# It's easy, easy... more easier than I thought. :)
# Ant e Subversion são dependências opcionais
# Ant and Subversion are optional dependencies
aptitude install sun-java6-jdk sun-java6-jre ant subversion
wget http://www.red5.org/downloads/0_9/red5-0.9.1.tar.gz
tar -zxvf red5-0.9.1.tar.gz
mv red5-0.9.1 red5
mv red5 /usr/local/
cd /usr/local/red5
sh red5.sh
# Acesse http://[IP_SERVIDOR_RED5]:5080/ e siga as instruções da página.
# Access http://[IP_RED5_SERVER]:5080/ and follow the page instructions.
# References:
# http://www.red5.org/
# http://tumbledesign.com/how-to-install-red5-0-9-on-ubuntu-10-04-lts/
Domingo, Fevereiro 20, 2011
Instalação de Virtual Tape Library (mhvtl) no Debian 6.0 squeeze
# mhvtl é bastante útil para testes de software de backups (como Bacula, HP Data Protector, Symantec NetBackup, etc.), provendo uma biblioteca de fitas iSCSI virtual.
#mhvtl is useful for testing software for backups (as Bacula, HP Data Protector, Symantec NetBackup, etc.), providing an iSCSI virtual tape library.
wget https://sites.google.com/site/linuxvtl2/mhvtl-2011-01-11.tgz
tar -zxvf mhvtl-2011-01-11.tgz
cd mhvtl-0.18
aptitude install sg3-utils zlib1g-dev lsscsi mtx build-essential linux-headers-2.6.32-5-all
/usr/sbin/groupadd --system vtl
/usr/sbin/useradd --system -c "Virtual Tape Library" -d /opt/vtl -g vtl -m vtl
# Debian 6.0 usa rsyslog por padrão
# Debian 6.0 uses rsyslog by default
sed -i s/syslog/rsyslog/g etc/mhvtl
make
make install
cd kernel
make
make install
/etc/init.d/mhvtl start
#For testing purposes:
lsscsi -g
#mhvtl is useful for testing software for backups (as Bacula, HP Data Protector, Symantec NetBackup, etc.), providing an iSCSI virtual tape library.
wget https://sites.google.com/site/linuxvtl2/mhvtl-2011-01-11.tgz
tar -zxvf mhvtl-2011-01-11.tgz
cd mhvtl-0.18
aptitude install sg3-utils zlib1g-dev lsscsi mtx build-essential linux-headers-2.6.32-5-all
/usr/sbin/groupadd --system vtl
/usr/sbin/useradd --system -c "Virtual Tape Library" -d /opt/vtl -g vtl -m vtl
# Debian 6.0 usa rsyslog por padrão
# Debian 6.0 uses rsyslog by default
sed -i s/syslog/rsyslog/g etc/mhvtl
make
make install
cd kernel
make
make install
/etc/init.d/mhvtl start
#For testing purposes:
lsscsi -g
Domingo, Maio 16, 2010
Resolução de problema: Configuração do Dlink DSL-2640B para utilização de VoIP (protocolo SIP)
O problema: Ligações VoIP usando, por exemplo, o voipraider.com caiam após 20 ou 30 segundos.
Resolução do problema: Configurar as portas utilizadas na comunicação no modem ADSL, no caso, o Dlink DSL-2640B.
Passos:
1 - Acesse a interface web de administração.
2 - Clique em "Advanced Setup"
3 - Clique em "NAT"
4 - Clique em "Port Triggering"
5 - Clique no botão "Add"
6 - Selecione "Custom Application" e escreva no campo "voipsip"
7 - Preencha a primeira linha da seguinte maneira:
* "Trigger Port Start": 5000
* "Trigger Port End": 5999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 5000
* "Open Port End": 5999
* "Open Protocol": TCP/UDP
8 - Preencha a segunda linha da seguinte maneira:
* "Trigger Port Start": 8000
* "Trigger Port End": 8999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 8000
* "Open Port End": 8999
* "Open Protocol": TCP/UDP
9 - Clique no botão "Save/Apply".
10 - Depois, tente fazer ligações VoIP e veja se elas continuam caindo após poucos segundos. Possivelmente isso não ocorrerá mais, uma vez que as portas usadas na comunicação estarão liberadas. Se não funcionar, verifique quais portas TCP/UDP são usadas pelo seu provedor VoIP ou qual a configuração utilizada num softphone (como o Twinkle para Linux).
==========================
Configuration of Dlink DSL-2640B for VoIP (SIP protocol) utilization
The problem: VoIP calls using, for example, voipraider.com (SIP VoIP provider) fails after 20 or 30 seconds.
Solution: Configure the ports used in communication in modem/router, in my case, Dlink DSL-2640B.
Steps:
1 - Access the admin web interface of the modem/router.
2 - Click on "Advanced Setup"
3 - Click on "NAT"
4 - Click on "Port Triggering"
5 - Click on "Add" button
6 - Select "Custom Application" anf fills the field with "voipsip"
7 - Fills the first line as follow:
* "Trigger Port Start": 5000
* "Trigger Port End": 5999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 5000
* "Open Port End": 5999
* "Open Protocol": TCP/UDP
8 - Fills the second line as follow:
* "Trigger Port Start": 8000
* "Trigger Port End": 8999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 8000
* "Open Port End": 8999
* "Open Protocol": TCP/UDP
9 - Click on "Save/Apply" button.
10 - After, try make VoIP calls e see if they keeps to fail after few seconds. Possibly, the procedures will work, since that the used ports in communication will be opened. If they don't work, check what TCP/UDP ports are used by your VoIP provider or the configuration present in your softphone (like Twinkle for Linux).
Resolução do problema: Configurar as portas utilizadas na comunicação no modem ADSL, no caso, o Dlink DSL-2640B.
Passos:
1 - Acesse a interface web de administração.
2 - Clique em "Advanced Setup"
3 - Clique em "NAT"
4 - Clique em "Port Triggering"
5 - Clique no botão "Add"
6 - Selecione "Custom Application" e escreva no campo "voipsip"
7 - Preencha a primeira linha da seguinte maneira:
* "Trigger Port Start": 5000
* "Trigger Port End": 5999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 5000
* "Open Port End": 5999
* "Open Protocol": TCP/UDP
8 - Preencha a segunda linha da seguinte maneira:
* "Trigger Port Start": 8000
* "Trigger Port End": 8999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 8000
* "Open Port End": 8999
* "Open Protocol": TCP/UDP
9 - Clique no botão "Save/Apply".
10 - Depois, tente fazer ligações VoIP e veja se elas continuam caindo após poucos segundos. Possivelmente isso não ocorrerá mais, uma vez que as portas usadas na comunicação estarão liberadas. Se não funcionar, verifique quais portas TCP/UDP são usadas pelo seu provedor VoIP ou qual a configuração utilizada num softphone (como o Twinkle para Linux).
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Configuration of Dlink DSL-2640B for VoIP (SIP protocol) utilization
The problem: VoIP calls using, for example, voipraider.com (SIP VoIP provider) fails after 20 or 30 seconds.
Solution: Configure the ports used in communication in modem/router, in my case, Dlink DSL-2640B.
Steps:
1 - Access the admin web interface of the modem/router.
2 - Click on "Advanced Setup"
3 - Click on "NAT"
4 - Click on "Port Triggering"
5 - Click on "Add" button
6 - Select "Custom Application" anf fills the field with "voipsip"
7 - Fills the first line as follow:
* "Trigger Port Start": 5000
* "Trigger Port End": 5999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 5000
* "Open Port End": 5999
* "Open Protocol": TCP/UDP
8 - Fills the second line as follow:
* "Trigger Port Start": 8000
* "Trigger Port End": 8999
* "Trigger Protocol": TCP/UDP
* "Open Port Start": 8000
* "Open Port End": 8999
* "Open Protocol": TCP/UDP
9 - Click on "Save/Apply" button.
10 - After, try make VoIP calls e see if they keeps to fail after few seconds. Possibly, the procedures will work, since that the used ports in communication will be opened. If they don't work, check what TCP/UDP ports are used by your VoIP provider or the configuration present in your softphone (like Twinkle for Linux).
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